Ao arqueiro
Chegou meio que sem querer à equipe.
Neste "retorno" desacreditado pela maioria dos atletas, já que em outras oportunidades fora um grande cachorreiro (nada mais adequado do que o cachorro em seu uniforme), no entanto, aos poucos foi tomando corpo, assumindo um posto carente da equipe.
Semana a semana foi tornando-se importantíssimo, tanto dentro quanto fora da quadra.
Meio que sem alerde e com um entrosamento espantoso torneu-se irmão de armas, guerreiro do Arsenal.
A mesma empolgação que os antigos detém, rapidamente adquiriu, transparecendo em seu olhar e em suas ações o quanto valoriza todas as semanas estar em nossa CIA.
Trouxe sua família ao convívio do time, a qual já é parte da grande família que cultivamos há duradouros anos.
Rapidamente torneu-se tão importante que a única forma de homenageá-lo e demonstrar sua impactante chegada fora o tranzendo para compor a cúpula.
Admito achar meio perigoso escrever linhas a um inveterado convencido, todavia, devido sua importância e mudança que trouxe a equipe, nada mais justo do que eu - presidente do time - em nome de todos teus irmãos de armas, te homenagear através destas singelas linhas.
Na realidade o projeto inicial era já ter transmitido a significância de sua efetivação, no entanto, pelos momentos dificeis enfrentados, as linhas não vieram antes; e eu que não sou muito adepto a ditados, recorro ao famoso "antes tarde, do que nunca".
Em suma meu querido Evandreka, sua história no Arsenal é um tanto quanto curiosa, em época distante rendeu-se a vaidade traduzida em Rotas e "Dream Time", mas mágoas passadas, hoje é parte importantíssima desta grande família que tenho grande orgulho de defender todos os finais de semana!
Obrigado pelo companheirismo e por toda ajuda que tem dado dentro e fora de quadra.
Espero que nossos devaneios futebolistícos possa perdurar por incontáveis anos!
Gde abraço.
Rômulo Bandeira Motz
Nenhum comentário:
Postar um comentário